
domingo, 25 de setembro de 2011
Hidrelétricas já afetaram visibilidade no Salto do Yucumã, diz prefeito

sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Professor Carlos Dominguez em palestra em Porto Alegre

quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Terça Ecológica coloca em pauta o Salto do Yucumã
Em parceria com o Diretório Acadêmico da UFRGS e a UFSM, o NEJ-RS debate o desaparecimento de uma das sete maravilhas do Estado
Símbolo da cultura e da história do Rio Grande do Sul, o Salto do Yucumã, localizado no Parque Estadual do Turvo, no município de Derrubadas, é o maior salto longitudinal do mundo, com 1,8 km de extensão. Este poderia ser um dos motivos para torná-lo uma grande atração turística e gerar incentivo a ações de preservação ambiental. Contudo, a realidade é outra: o salto corre o risco de desaparecer.
O Núcleo dos Ecojornalistas do Rio Grande do Sul (NEJ-RS), em parceria com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e o Diretório Acadêmico da Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, traz o professor Carlos Dominguez, coordenador de um projeto na região ameaçada, para tratar do tema. A Terça Ecológica ocorre dia 13 de setembro, às 19h30min, no auditório 2 (na ex-Escola Técnica, ao lado da Fabico), e a entrada é franca.
Mais sobre o Salto do Yucumã
Geograficamente, o Rio Uruguai divide uma grande área binacional de preservação de floresta subdecidual de aproximadamente 80 mil hectares, sendo 17 mil hectares no Brasil e o restante na Argentina, no parque provincial de Moconã. Exatamente no centro desta área encontra-se o Salto do Yucumã (Salto del Moconã em espanhol), a maior queda d'água longitudinal do mundo. "Além da inigualável beleza paisagística, o local é um dos últimos habitats de inúmeras espécies da fauna e flora, além de inquestionável biodiversidade", lembra Dominguez.
Porém, em função das hidrelétricas, que alteram o regime de águas do Rio Uruguai no norte e nordeste do Estado, o salto é um gigante submerso na maior parte do ano. Além disso, a construção de uma hidrelétrica binacional pode tornar o Salto do Yucumã uma lembrança do passado.
Um projeto do curso de Jornalismo do Centro de Educação Superior Norte/UFSM, campus de Frederico Westphalen, esteve por três anos gravando um documentário sobre a visão do salto por parte dos moradores do entorno do Parque do Turvo e ribeirinhos do Rio Uruguai. O trabalho também está associado a uma pesquisa do comportamento da mídia do Brasil e Argentina por conta da construção do Complexo Hidrelétrico de Garabi. É com esta experiência que Dominguez apresenta o tema na Terça Ecológica.
Terça Ecológica sobre o Salto do Yucumã
Data: 13 de setembro
Horário: 19h30min
Local: Auditório 2 (na ex-Escola Técnica, ao lado da Fabico) - Rua Ramiro Barcelos, 2705
Entrada franca
Sul 21 » Hidrelétricas no rio Uruguai ameaçam Salto do Yucumã
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Nos vemos na Argentina!
| Ameaça ambiental. Parque Estadual do Turvo e Salto do Yucumã próximos do fim! Ponencia - Mesa de Trabajo 4. Comunicacion y Extensión - Aprobado |
http://www.unl.edu.ar/
La Universidad Nacional del Litoral convoca a participar del XI Congreso Iberoamericano de Extensión Universitaria denominado“Integración extensión, docencia e investigación para la inclusión y cohesión social” que se desarrollará en la ciudad de Santa Fe, Argentina del 22 al 25 de Noviembre de 2011.
terça-feira, 21 de junho de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
Assembléia Legislativa quer debater Garabi
O presidente da Comissão do Mercosul do parlamento gaúcho, deputado Mano Changes, anunciou que será criado um grupo técnico para elaboração de um estudo de viabilidade socioeconômica para construção das Usinas de Garabi e Panambi, na região
Assembléia criará grupo técnico para elaborar estudo de viabilidade sócioeconômica para as duas usinas
Em audiência pública realizada pela Assembléia Legislativa, ontem à tarde, no Centro de Eventos Iglenho Araújo Burtet, dentro da programação da 15ª Fenamilho, no parque de exposições Siegfried Ritter, em Santo Ângelo, o presidente da Comissão do Mercosul do parlamento gaúcho, deputado Mano Changes, anunciou que será criado um grupo técnico para elaboração de um estudo de viabilidade socioeconômica para construção das Usinas de Garabi e Panambi, na região.
O encontro proposto pela deputada estadual Zilá Breitenbach (PSDB), contou com as presenças do prefeito Eduardo Loureiro, ex-secretário estadual de Minas e Energia, Valdir Andres, em cuja gestão a obra foi resgatada, superintendente de geração da Eletrobrás, Sidney do Lago Júnior, deputados estaduais Adroaldo Loureiro (PDT) e Jefferson Fernandes (PT), prefeitos da região, políticos, empresários, expositores e comunidade em geral.
No entender de Mano, Santo Ângelo é uma cidade-pólo que tem como foco o desenvolvimento regional "que infelizmente está estagnado", lamenta. "O RS é rico pelo seu desenvolvimento global e investimento de R$ 5 bilhões gerando 40 mil empregos diretos com a construção das duas barragens demonstra uma outra preocupação da Assembléia Legislativa que são os danos ambientais que podem provocar as duas obra.
No seu ponto de vista, as hidrelétricas precisam ser uma bandeira do Estado, pois o grande fator estratégico será a geração de energia.
Nestas obras binacionais, Mano admitiu que estão sendo desencadeadas apenas ações unilateriais. Neste sentido, a Comissão do Mercosul vai começar a criar um grupo técnico para acompanhar a evolução deste processo e analisar as suas prioridades.
O deputado defende que os governos do Estado e federal sejam pressionados a fim de que as obras sejam executadas sem deixar de privilegiar as riquezas naturais. "É portanto se fazer um debate minucioso não esquecendo os impactos ambientas que as hidrelétricas podem acarretar. O desenvolvimento sustentável de uma região harmoniza o homem no meio ambiente", opina.
Para Mano, as duas barragens serão importantes para criação de um corredor ferroviário do Mercosul. Portanto, será feito um estudo técnico junto a Fundação Estadual de Proteção ao Meio Ambiente (Fepam), buscando detalhes dos impactos a serem causados pelas duas obras. E as audiências públicas servem para mobilizarem as comunidades e que devem estar atentas aos impactos que as barragens podem causar nas localidades, comentou. "É preciso fazer um debate minucioso com a população antes de começar um estudo técnico", reforça o parlamentar.
IMPACTOS NEGATIVOS
Para a deputada Zilá, o RS precisa estar preparado para usufruir as oportunidades que as hidrelétricas proporcionam, na tentativa de diminuir, ao máximo, os impactos negativos que as obras poderão provocar.
Agência Da Hora com informações da Tribunal Regional
O presidente da Comissão do Mercosul do parlamento gaúcho, deputado Mano Changes, anunciou que será criado um grupo técnico para elaboração de um estudo de viabilidade socioeconômica para construção das Usinas de Garabi e Panambi, na região
Em audiência pública realizada pela Assembléia Legislativa, ontem à tarde, no Centro de Eventos Iglenho Araújo Burtet, dentro da programação da 15ª Fenamilho, no parque de exposições Siegfried Ritter, em Santo Ângelo, o presidente da Comissão do Mercosul do parlamento gaúcho, deputado Mano Changes, anunciou que será criado um grupo técnico para elaboração de um estudo de viabilidade socioeconômica para construção das Usinas de Garabi e Panambi, na região.
O encontro proposto pela deputada estadual Zilá Breitenbach (PSDB), contou com as presenças do prefeito Eduardo Loureiro, ex-secretário estadual de Minas e Energia, Valdir Andres, em cuja gestão a obra foi resgatada, superintendente de geração da Eletrobrás, Sidney do Lago Júnior, deputados estaduais Adroaldo Loureiro (PDT) e Jefferson Fernandes (PT), prefeitos da região, políticos, empresários, expositores e comunidade em geral.
No entender de Mano, Santo Ângelo é uma cidade-pólo que tem como foco o desenvolvimento regional "que infelizmente está estagnado", lamenta. "O RS é rico pelo seu desenvolvimento global e investimento de R$ 5 bilhões gerando 40 mil empregos diretos com a construção das duas barragens demonstra uma outra preocupação da Assembléia Legislativa que são os danos ambientais que podem provocar as duas obra.
No seu ponto de vista, as hidrelétricas precisam ser uma bandeira do Estado, pois o grande fator estratégico será a geração de energia.
Nestas obras binacionais, Mano admitiu que estão sendo desencadeadas apenas ações unilateriais. Neste sentido, a Comissão do Mercosul vai começar a criar um grupo técnico para acompanhar a evolução deste processo e analisar as suas prioridades.
O deputado defende que os governos do Estado e federal sejam pressionados a fim de que as obras sejam executadas sem deixar de privilegiar as riquezas naturais. "É portanto se fazer um debate minucioso não esquecendo os impactos ambientas que as hidrelétricas podem acarretar. O desenvolvimento sustentável de uma região harmoniza o homem no meio ambiente", opina.
Para Mano, as duas barragens serão importantes para criação de um corredor ferroviário do Mercosul. Portanto, será feito um estudo técnico junto a Fundação Estadual de Proteção ao Meio Ambiente (Fepam), buscando detalhes dos impactos a serem causados pelas duas obras. E as audiências públicas servem para mobilizarem as comunidades e que devem estar atentas aos impactos que as barragens podem causar nas localidades, comentou. "É preciso fazer um debate minucioso com a população antes de começar um estudo técnico", reforça o parlamentar.
IMPACTOS NEGATIVOS
Para a deputada Zilá, o RS precisa estar preparado para usufruir as oportunidades que as hidrelétricas proporcionam, na tentativa de diminuir, ao máximo, os impactos negativos que as obras poderão provocar.



